quarta-feira, 28 de outubro de 2015

AMADORA BD 2015 - Prémio Nacional de BD vai ser anunciado no próximo Sábado 30 de Outubro


Vão ser anunciados no próximo Sábado, no Festival de Banda Desenhada da Amadora, os vencedores do Prémio Nacional de Banda Desenhada que destaca o melhor que se fez no panorama editorial português de Banda Desenhada e ilustração infantil de 2014-2015.

Em baixo voltamos a destacar os finalistas aos vários prémios:

Melhor Álbum Português
Deixa-me entrar, de Joana Afonso (Polvo)

Erzsébet, de Nunsky (Chili com Carne)

O Livro dos Dias, de Diniz Conefrey (Pianola/Quarto de Jade)

Sepulturas dos Pais, de André Coelho (des) e David Soares (arg) (Kingpin Books)

Volta – O Segredo do Vale das Sombras, de André Oliveira (arg) e André Caetano (des) (Polvo)

Zombie, de Marco Mendes (Turbina/Mundo Fantasma)

Melhor Desenho para Álbum Português
Nunsky, Erzsébet (Chili com Carne)

Diniz Conefrey, O Livro dos Dias (Pianola/Quarto de Jade)

Ricardo Cabral, Pontas Soltas - Lisboa (Asa)

André Coelho, Sepultura dos Pais (Kingpin Books)

André Caetano, Volta O Segredo do Vale das Sombras (Polvo)

Marco Mendes, Zombie (Turbina/Mundo de Fantasma)

Melhor Argumento para Álbum Português
Álvaro, Balcão Trauma Vol. 2 (Insónia)

Nunsky, Erzsébet (Chili com Carne)

Diniz Conefrey, O Livro dos Dias (Pianola/Quarto de Jade)

David Soares, Sepultura dos Pais (Kingpin Books)

André Oliveira, Volta - O Segredo do Vale das Sombras (Polvo)

Marco Mendes, Zombie (Turbina /Mundo de Fantasma)

Melhor Álbum de Autor Português em Língua Estrangeira
Crumbs, de Afonso Ferreira, Ana Matias, André Caetano, André Oliveira, André Pereira, Bernardo Majer, David Soares, Fernando Dordio, Francisco Sousa Lobo, Inês Galo, Joana Afonso, Mário Freitas, Nuno Duarte, Osvaldo Medina, Pedro Cruz, Pedro Serpa, Ricardo Venâncio, Sérgio Marques, Zé Burnay (Kingpin Books)

Gentleman, de André Oliveira (arg) e Ricardo Reis (des) (Ave Rara)

Living Will 3, de André Oliveira (arg) e Joana Afonso (des) (Ave Rara)

I like your Art Much, de Francisco Sousa Lobo (Edição de Autor)

Space, de Afonso Ferreira (El Pep)

Melhor Álbum de Autor Estrangeiro
A Arte de Voar, de Altarriba (arg) e Kim (des) (Levoir/Público)

Cachalote, de Daniel Galera (arg) e Rafael Coutinho (des) (Polvo)

Finalmente o Verão, de Jillian Tamaki (des) e Mariko Tamaki (arg) (PlanetaTangerina)

Habibi, Craig Thompson (Devir)

O Árabe do Futuro, Riad Sattouf (Teorema)

Papá em África, de Anton Kannemeyer (MMMNNNRRRG)

Melhor Álbum de Tiras Humorísticas
As Crianças são Muito Infantis, de Fernando Caeiro (arg) e Filipa da Roda Marques (des) (Bertrand Ed.)

Baby Blues 31 – Cama Supra, de Rick Kirkman (des) e Jerry Scott (arg) (Bizâncio)

Psicopatos, de Miguel Montenegro (Arcádia)

Toda a Mafalda, de Quino (Verbo)


Melhor Ilustração de Livro Infantil (Autor Português)
                                        
Marta Monteiro, Amores de Família (Caminho)

António Jorge Gonçalves, Barriga da Baleia (Pato Lógico)

Yara Kono, Com 3 Novelos (O Mundo Dá Muitas Voltas) (Planeta Tangerina)

João Fazenda, Dança (Pato Lógico)

Bernardo P. Carvalho, Daqui Ninguém Passa! (Planeta Tangerina)

Susana Matos, Onde Dormem os Reis? Uma Visita ao Panteão (Verbo)

Bernardo P. Carvalho, Verdade?! (Pato Lógico)

Melhor Ilustração de Livro Infantil (Autor Estrangeiro)
Amigos do Peito, de Violeta Lópiz (Bruaá)

O Mundo ao Contrário, de Atak (Planeta Tangerina)

O Tempo do Gigante, de Manuel Marsol (Orfeu Negro)

O que está Lá Fora, de Maurice Sendak (Kalandraka)

As Aventuras de Pinóquio, de Roberto Innocenti (Kalandraka)

Prémios Clássicos da 9ª Arte
Foi Assim a Guerra das Trincheiras, de Tardi (Levoir/Público)

Marvels, de Kurt Busiek (arg) e Alex Ross (des) (Marvel/Levoir/Público)

Mort Cinder, de Oesterheld (arg) e Breccia (des) (Levoir/Público)

O Livro do Mr. Natural, de Robert Crum (Levoir/Público)

O Diário do Meu Pai, de Jiro Taniguchi (Levoir/Público)

Pyongyang – Uma Viagem à Coreia do Norte, de Guy Delisle (Devir)

Um Contrato com Deus, de Will Eisner (Levoir/Público)

Na Cozinha da Noite, de Maurice Sendak (Kalandraka)

Sharaz-De: Contos das Mil e Uma Noites, de Sergio Toppi (Levoir/Público)

Prémio Fanzine
Carne e Osso, Coordenação de Marco Mendes e Sofia Neto (Edição de Autor)

É Fartar Vilanagem Nº 10, Coordenação de Alexandre Esgaio (Maria Macaréu)

Malmö Kebab Party, de Amanda Baeza, Hetamoé, Sofia Neto, Afonso Ferreira, Rudolfo (Chili com Carne/Ruru Comix)

ohZona, de Asja Wiegand, Caroline Ring, Christoph Mathieu, Fil, Miguel Santos, Gabriel Martins, Lew Bridcoe, Rui Alex e Yi (Zwerchfell, Zona BD, Oh Magazin)

QCDI 3000 – Fear of a Capitalist Planet, de André Pereira, Astromanta, Hetamoé e Mao (Chili com Carne)


Terrea, de Ricardo Cabral (Edição de Autor)

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Diário de Notícias dá grande destaque ao Festival da Amadora, com edição comemorativa

Na sexta-feira, dia da abertura do Festival de BD da Amadora, enquanto o Público incluia o suplemento editado pelo Festival com toda a programação, o Diário de Notícias publicava um entrevista com uma dos mais importantes autores actuais da Banda Desenhada francesa, Jacques Tardi (parte da entrevista pode ser lida AQUI).

Mas no Sábado o Diário de Notícias foi ainda mais longe, pondo nas bancas uma edição totalmente ilustrada por vários cartonistas e autores de Banda Desenhada, uma homenagem àquele Festival de BD.

A totalidade dessas ilustrações e desse cartoon´s pode ser vista em baixo, bem como uma reprodução das duas páginas com o "TopTen do Amadora BD":


























(Fonte: edição on-line do DN)


(as páginas podem ser vistas em formato maior, clicando sobre elas)

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

A 26ª edição do AMADORA BD começa amanhã .


(Tardi é responsável por um dos momentos mais aguardados do festival)

Segundo foi hoje divulgado pela agência Lusa, “Calvin, Mafalda, Charlie Brown, Quim e Manecas são algumas das personagens das histórias de quadradinhos que estarão em destaque a partir de sexta-feira, no Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora, cujo tema central é a criança.

“Aproveitando o centenário das personagens portuguesas Quim e Manecas, criadas por Stuart Carvalhais em 1915, o 26.º AmadoraBD dedicará a exposição central à presença da criança na nona arte, mostrando desenhos originais de obras como Little Nemo, de Winsor McCay, Peanuts, de Charles M. Schulz, e Mafalda, de Quino.

“Em declarações à Lusa, o diretor do AmadoraBD, Nelson Dona, destacou o centenário da criação de Quim e Manecas, por ser uma banda desenhada "absolutamente vanguardista na história da banda desenhada europeia".

“A exposição central apresentará "um olhar por todas as crianças que marcaram gerações que foram lendo banda desenhada", disse.

“Nas vésperas da abertura ao público, numa visita pelo Fórum Luís de Camões - espaço central do AmadoraBD - pouco foi mostrado sobre a exposição central, ficando-se a saber que esta estará dividida por núcleos relacionados com a infância.

“Todo o espaço do Fórum estará graficamente associado ao imaginário infantil, como explicou o diretor.

“Sara Figueiredo Costa, co-comissária no AmadoraBD sobre o ano editorial português, afirmou à Lusa que, nos últimos meses, houve "um aumento considerável", tanto do número de edições de livros, revistas e fanzines, e como da produção de banda desenhada portuguesa e tradução de estrangeira.

“A jornalista destaca ainda o aparecimento de uma coleção, feita em parceria entre a editora Levoir e o jornal Público, que permitiu a edição em Portugal de novelas gráficas de nomes "fundamentais para a história da BD", nomeadamente Jacques Tardi, Robert Crumb, Will Eisner e Jiro Taniguchi.

“No entender de Sara Figueiredo Costa, a BD portuguesa vive em contraciclo em relação ao restante mercado editorial: "Na altura em que o 'boom' da edição generalista estava no auge, a banda desenhada editada em Portugal estava bastante retraída: havia poucos títulos, muitas editoras históricas tinham deixado de editar, era uma pobreza franciscana. Nos últimos dois, três anos, isso inverteu".

“Sobre as restantes exposições do AmadoraBD, no Fórum Luís de Camões estarão, por exemplo, uma dedicada ao argumentista André Oliveira, outra sobre o livro "O pugilista", que o autor alemão Reinhart Kleist vai apresentar no festival, e outra sobre o álbum "A batalha de 14 de agosto de 1385", de Pedro Massano, que remete para Aljubarrota.

“O AmadoraBD estende-se a outros espaços da cidade - e também a alguns de Lisboa - destacando-se a exposição "Putain de Guerre -- A Guerra das Trincheiras", do autor francês Jacques Tardi, que está já patente na Bedeteca da Amadora.

"É um dos nomes mais importantes da banda desenhada francófona, que nunca tinha vindo à Amadora, que raramente vai a festivais", referiu Nelson Dona, destacando ainda o espetáculo que Tardi prepara para sábado, nos Recreios da Amadora.

“A exposição de Tardi baseia-se em três álbuns dedicados à Primeira Guerra Mundial: "Putain de Guerre", "Chansons contre la guerre" e "Foi assim a guerra das trincheiras", este editado em Portugal.

“O espectáculo tem a mesma temática e será interpretado pelo autor, juntamente com a mulher, a cantora Dominique Grange. As receitas do concerto revertem para o Conselho Português para os Refugiados.

“Este ano, a par da presença de autores estrangeiros, como Mathieu Sapin, André Diniz e Marcelo Quintanilha, o AmadoraBD contará com muitos autores portugueses, atestando a vitalidade da atual produção nacional, como referiu a organização.
“A 26.ª edição do AmadoraBD decorrerá de 23 de outubro a 08 de novembro. A organização espera acolher cerca de 30.000 visitantes.

“Com um orçamento que ronda os 500.000 euros, a programação do AmadoraBD, com as exposições, sessões de autógrafos e lançamentos editoriais, poderá ser consultada em www.amadorabd.com”.


(texto da Agência LUSA, 22 de Outubro de 2015).

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Miguel Montenegro e os Psicopatos



Reproduzimos em baixo uma reportagem publicada recentemente na revista do Diário de Notícias, Notícias Magazine, sobre um dos mais prometedores autores da Banda Desenhada Portuguesa, autor da série "Psicopatos" (que pode ser seguida AQUI no seu site oficial): 

“O TRIUNFO DOS PATOS

Por: José Ramalho         
in Notícias magazine de 05/10/2015 
                    
“Miguel Montenegro foi o primeiro português a trabalhar para a Marvel, mas apaixonou-se pela psicologia.

“Entretanto, lançou um livro de cartoons que junta as suas duas paixões. Os protagonistas, os psicopatos, têm um olhar mordaz sobre psicólogos, psiquiatras e algumas patologias mentais. Rir é mesmo o melhor remédio para tudo?

“Com onze anos, Miguel Montenegro decidiu que, quando crescesse, seria ilustrador profissional e trabalharia para a Marvel. «Lia muita banda desenhada de super-heróis e orientei a minha vida nesse sentido. A minha adolescência foi passada a desenhar.» Em 2003, realizou o sonho, tornando-se no primeiro português a trabalhar para a gigante norte-americana de banda desenhada. Entre outros trabalhos, «MIG», como costuma assinar na BD, fez a capa de X-Men, n.º 51, e colaborou como desenhador oficial na série Red Prophet, também da Marvel Comics.

“Já adulto, descobriu outras paixões: a psicologia clínica e a filosofia. «De repente os interesses começaram a ser outros e decidi tirar o curso de Psicologia. Queria uma coisa com uma vertente mais prática.»

“À procura de estímulo intelectual que complementasse os interesses artísticos, juntou ilustração e psicologia e começou a desenhar umas tiras de banda desenhada a que deu o nome de «psicopatos». «Durante o meu primeiro ano do mestrado em Psicologia Clínica no ISPA [Instituto Superior de Psicologia Aplicada] comecei a ficar um pouco frustrado com algumas coisas que os professores diziam nas aulas e das quais eu discordava. Optei por patos por gerar um bom trocadilho com a palavra “psicopata”.»

“Não lhe parecendo adequado apresentar as discordâncias nas aulas, encontrou nos cartoons a forma de manifestar as suas críticas. Os colegas gostaram da ideia e, em 2013, começou a publicar semanalmente as tiras de banda desenhada numa página do Facebook.

“Questionando o que considera ser alguns dogmas das ciências psicológicas, como o conceito de inconsciente, o uso excessivo de medicação e a própria existência de doenças mentais (o que poderá levar muitos autores a não concordar, de todo, com o que satiriza), Miguel utiliza estes cartoons para desconstruir e satirizar a psicanálise, conseguindo assim partilhar com os leitores pensamentos e conhecimentos de forma divertida e informal (e por vezes polémica, até). «Rapidamente, ao fim de três ou quatro tiras, os “psicopatos” chegaram aos ouvidos do reitor do ISPA, que me convidou a elaborar um livro. Essa foi a motivação para que continuasse a produzi-los de forma regular.» Ainda em 2013, por ocasião dos cinquenta anos da instituição, foi lançado o livro Psicopatos: 50 Tiras sobre as Ciências Psicológicas, uma edição limitada, a que chamou volume zero.

“Miguel acredita que tanto a psiquiatria como a psicanálise têm uma componente comercial – «é um serviço que está a ser prestado a um cliente, ainda que chamemos paciente a qualquer pessoa que vá ter com um terapeuta» – e é esse o fio condutor da sua sátira aguçada. Nestas tiras humorísticas, o protagonista, «Patareco», é um pato estudante de Psicologia, sempre com respostas sarcásticas que evidenciam as contradições do que o autor considera ser algumas verdades absolutas no mundo da psicologia. Todos os personagens, sem exceção, são representados por animais. O porco, psiquiatra, é inspirado no livro O Triunfo dos Porcos, de George Orwell, em que estes animais chegam ao poder numa quinta e ditam as regras, decidindo o que é ou não verdade. Neste caso, a comparação com a psiquiatria é feita com base nos mesmos princípios, dado que, defende o ilustrador, «é o psiquiatra que tem o poder e que decide o que é, ou não, uma doença mental». Já o gavião-vampiro, que Miguel liga aos psicanalistas, acaba por representar o facto de estes «sugarem» tudo o que as pessoas têm na mente, além do tempo que levam em terapia.

“Fobias, depressões, neuroses, psicoses e outras perturbações são temas abordados por Miguel, num mundo em que são prometidas curas rápidas e eficazes por parte de psicólogos e psiquiatras – e nem sequer Sigmund Freud escapa à sátira… A crítica vem do tempo em que estava a tirar o curso e ninguém sabia que ele era ilustrador. Tanto que várias vezes lhe perguntaram o que fazia em Psicologia e se não se teria enganado na escolha, tais eram as questões que colocava nas aulas, como: «a psicologia e a psicanálise são ciências?» Ou «qual a diferença entre estas e uma religião»? A resposta a colegas e professores, assim como uma série de outras perguntas, chegaram em forma de cartoon, pela voz destes patos e de outros animais, que verbalizam as dúvidas do autor, para quem a doença mental é uma metáfora, a mente humana um mistério, a psicologia, psiquiatria e psicanálise não são ciências exatas e têm demasiados métodos em comum com a religião.

“Opiniões controversas? No mínimo. Mas Miguel Montenegro pretende chocar propositadamente. E, sobretudo, fazer pensar. Haverá quem não se reveja nesta linha de sátira, mas também quem defenda que é possível rir de tudo isto – e, assim, refletir. «Psicopatos traz consigo (…) uma forma simultaneamente comprometida mas desafiante, que coloca a psicologia, os psicólogos e aqueles com quem eles mais se relacionam sob um escrutínio que nos devia merecer reflexão», escreve o psicóloge e psicanalista Eduardo Sá no prefácio.

“Dois anos depois do lançamento do volume zero, o ilustrador lançou este ano o primeiro livro oficial, Psicopatos: Entre Loucos, Quem Tem Juízo É Pato (ed. Arcádia). Estes personagens são, neste momento, a grande prioridade de Miguel Montenegro, apesar de continuar a trabalhar como ilustrador freelancer e na área da psicologia clínica. «Estou a finalizar o segundo livro, que deverá sair na época do Natal. Além disso, estão também a ter grande aceitação no estrangeiro e será lançada em breve uma edição francesa. E já existem projetos para o Brasil e os Estados Unidos.» O site www. psychoducks.com contém todas as tiras traduzidas em cinco línguas diferentes”.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

O REGRESSO DE ASTÉRIX


As novas aventuras de Astérix e Óbelix foram  ontem apresentadas ao público numa sessão na Torres Eiffel.

Trata-se do 36º álbum da famosa dupla de gauleses, criada em 1959, intitulada “O Papiro de César”.

É o segundo álbum elaborado pela dupla Jean-Yves Ferri (argumento) e Didier Conrad (desenho) que herdou, desde 2011, essa responsabilidade das mãos de Albert Uderzo, o criador, juntamente com o argumentista da série René Goscinny , este já falecido em 1977, daquela original série.

O álbum será lançado em todo o mundo no próximo dia 22 de Outubro e conhecerá em Portugal, para além de uma edição em português, outra em mirandês.

Esta nova aventura é uma paródia sobre o uso dos media na propaganda política, surgindo algumas personagens que já estão a ser comparadas com Julian Assange, fundador do Wikileaks, ou com conselheiros para a comunicação de Sarkozy.

Este novo álbum é sobre “jornais” e “jornalistas” onde surgem nomes como “Le Mundus” ou “Matin de Lutèce”, uma referência irónica a conhecidos títulos da imprensa francesa.

Nesta aventura vai surgir um novo personagem na aldeia gaulesa, Wifix, um leitor de “jornais” compulsivo . O vilão da história é Bonus Promoplus, inspirado “nos homens que influenciam o poder”, conselheiro de Júlio César.


Um regresso prometedor que se aguarda com expectativa.

Astérix - Actualités - L'événement - Quoi !!? Ils sont de retour ?(clicar para ver).

Podem ver em baixo a capa do novo álbum e algumas das pranchas da nova aventura: